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Desde sempre que se ouve por parte dos economistas como da profusão de analistas, com maior enfase nesta época de “ajustamento” das contas públicas, que, por inércia nossa, acabou por nos ser imposto que Portugal tem que ganhar competitividade para consolidar a sua presença na zona Euro, para manter o estado social e para proporcionar aos mais idosos o bem-estar que merecem e às gerações jovens as oportunidades de que necessitam.
Importa, também, considerar que o tema da competitividade é de elevada complexidade técnica e abrangência, pelo que interpretá-lo, como é frequente, como sendo um problema das empresas é uma atitude redutora e perigosa.
» Leia aqui a versão completa do artigo de Álvaro Cristóvam, especialista da Clínica de Negócios para as áreas Análise Económico-financeira, Contabilidade / Fiscalidade e Estratégia.
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