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A 2ª edição das TecMeetings terminou em junho depois de cinco sessões focadas na temática da Economia Social. No total, estiveram envolvidos 94 participantes e 17 oradores.
A iniciativa teve como objetivo desafiar empreendedores e entidades da região a criarem entre si um networking ativo e aberto à partilha de conhecimentos e experiências, propício ao desenvolvimento de novas ideias e oportunidades de negócio com impacto social.
Inovação e Empreendedorismo Social foram as temáticas de abertura desta edição, em abril. Em maio, seguiu-se uma sessão sobre Economia Circular e Responsabilidade Social e outra sobre Empreendedorismo Cooperativo e Cooperativismo Jovem. Junho foi palco dos dois últimos encontros, onde foram abordadas as Indústrias Criativas e os Modelos de Negócio Sociais.
Estas sessões pretenderam, desta forma, contribuir para o reforço do ecossistema de empreendedorismo da região, reforçando a importância e a viabilidade dos negócios com impacto social e mostrando a sua abrangência, por exemplo, ao nível do ambiente.
Tal como na edição anterior, a dinâmica criada recebeu um feedback positivo por parte da audiência. Do total de respostas ao inquérito de avaliação da satisfação, 98,6% indicou que recomendaria a iniciativa a um amigo.
Esta 2ª edição das TecMeetings, que decorreu no Espaço B-Lounge da Biblioteca da Universidade do Minho, no Campus de Azurém, foi co-financiada pelo projeto LACES, no âmbito do programa Interreg.
5 Sessões sobre Economia Social
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Inovação e Empreendedorismo Social - a sessão inicial foi moderada por Afonso Fontoura do IES – Social Business School, que desafiou os convidados do encontro a partilharem a forma como a resolução de problemas negligenciados na sociedade permite integrar dimensões de impacto social, tanto em entidades de economia social como em empresas mercantis que tenham esse tipo de preocupações sociais e ambientais.
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Economia Circular e Responsabilidade Social - Pedro Norton de Matos, fundador do GreenFest, o principal evento nacional na área da sustentabilidade, moderou a segunda sessão que abordou a importância da migração da economia tradicional linear para uma economia circular, assim como o papel da responsabilidade social das organizações para com o ambiente, a comunidade e o desenvolvimento de novas formas de posicionamento no mundo dos negócios.
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Empreendedorismo Cooperativo e Cooperativismo Jovem – na terceira sessão, moderada por Alfredo Costa da Welcome Home, foi abordado o modo como o empreendedorismo cooperativo e o cooperativismo jovem podem alicerçar projetos e modelos de negócio que aliem uma consciência social, onde as pessoas são colocadas em primeiro lugar, a dinâmicas coletivas sustentáveis e criativas.
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Indústrias Criativas – a criatividade foi precisamente o tema do quarto painel de convidados, moderado por Rui Monteiro, freelancer na área das Indústrias Criativas, em que se falou de diversos exemplos de empresas e projetos nesta área e onde se encontraram pontos de contato entre as motivações que impulsionam o setor criativo e os princípios e preocupações sociais e ambientais da economia social.
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Modelos de Negócio Sociais – a última sessão, conduzida por Adriano Fidalgo da Astrolábio, foi dedicada aos modelos de negócios sociais e à forma como uma missão social pode tornar-se sustentável dentro de uma entidade de economia social ou integrar uma dimensão de impacto dentro de uma empresa mercantil que, através dela, assume um posicionamento de responsabilidade no mercado. |
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