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Foram três os papers apresentados pela TecMinho na Regional HELIX 2018, uma Conferência Internacional sobre Inovação, Engenharia e Empreendedorismo, que decorreu de 27 a 29 de junho, na Universidade do Minho, em Guimarães.
Um concurso de ideias de negócio, uma iniciativa de apoio ao desenvolvimento de tecnologias e ao conhecimento, e a indústria 4.0 foram as temáticas abordadas nessas apresentações.
Helena Moura mencionou os principais resultados do IdeaLab – Laboratório de Ideias de Negócio, que arrancou em 2009 na Universidade do Minho com o objetivo de apoiar o desenvolvimento de ideias de negócio de base tecnológica e/ou conhecimento intensivo. Esta apresentação teve por base o paper “Turning knowledge into business ideas: insights from the IdeaLab business accelerator”, no qual foi elaborada uma análise de 17 edições, a relação entre o histórico, o perfil dos promotores, o tipo de ideias de negócio e a sua materialização em empresas e spin-offs da Universidade do Minho.
Os resultados do iProof20, enquanto iniciativa pioneira em Portugal integralmente gerida por um gabinete de Transferência de Tecnologia Profissional, foram apresentados por Raquel Nogueira. Com o paper “Financing proof-of-concept in academia: iProof20 as a pioneering initiative in Portugal” foi dada a conhecer esta iniciativa, que teve como principal objetivo incentivar e apoiar o desenvolvimento de tecnologias e o conhecimento criado na Universidade do Minho.
"Industrial Collaboration: H2020-FoF C2NET Project" foi o último paper apresentado pela TecMinho. Adriana Cunha falou dos resultados do projeto C2NET numa pequena e média empresa (PME) da região, promovendo a adoção de tecnologias da Indústria 4.0 e a transformação digital da indústria para o paradigma das Fábricas do Futuro. Através desses resultados foi possível mostrar que esta realidade da Indústria 4.0 está também acessível às PME e não só a grandes empresas.
A disseminação do trabalho inovador desenvolvido na TecMinho, a partilha de boas práticas e casos de sucesso e a colaboração com investigadores da Universidade do Minho permite que a valorização do conhecimento, a transferência de tecnologia e o empreendedorismo sejam áreas cada vez mais reconhecidas na academia.
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