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Seminário Especializado 'A Política Nacional de Arquitetura e Paisagem e os PMOT: Desafios e Oportunidades'
Descrição
Plano:
Quadros Médios / Superiores
Data de início:
A Definir
Data de fim:
A Definir
Duração(h):
7
Horário:
Quintas
   das 09:30 às 13:00
e das 14:00 às 17:30
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A Política Nacional de Arquitetura e Paisagem, aprovada em julho de 2015, reconhece a qualidade da paisagem como um bem público que promove o bem-estar social, a competitividade económica e a identidade cultural. Para além disso, a paisagem passa a ser reconhecida como um valor estratégico de atuação do Estado, através de políticas públicas que, visando a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, procuram promover a paisagem como recurso para a qualidade e sustentabilidade do ambiente natural e construído, dando igualmente relevância à cultura e à cidadania.
A implementação desta política pública constitui-se como uma oportunidade de reforçar a inter-relação entre Paisagem e Território na perspetiva do seu desenho, ordenamento e gestão como bem público comum num quadro de desenvolvimento sustentável e de consciência cívica.  
 
Por ser o âmbito municipal aquele em que tal articulação poderá ser facilitada, nomeadamente através de instrumentos de gestão territorial como os Planos Diretores Municipais (PDM), é a este tema que dedicaremos a nossa atenção, revendo conceitos, propondo metodologias e discutindo boas práticas em Portugal e em outros países europeus.   
 
Local de realização do curso: Braga  (TecMinho - Edifício dos Congregados da Universidade do Minho - Avenida Central, n.º 100)   
 
 
 
Preços do Curso:
85,00€ Valor para ex-formandos da TecMinho, Comunidade Académica da Universidade do Minho (docentes, funcionários, investigadores, alunos, ex-alunos, interfaces) e desempregados
95,00€ Valor para outros participantes

Conheça as condições para grupos e modalidades de pagamento, solicitando mais informação através de formar@tecminho.uminho.pt
 
Objetivos
No final do curso, os formandos deverão ser capazes de:  
 
- Compreender a diferença entre Paisagem e Território;
- Conhecer os principais conceitos e objetivos da Convenção Europeia da Paisagem e da Política Nacional de Arquitetura e Paisagem;
- Identificar metodologias de avaliação da paisagem;
- Compreender a possível integração da paisagem na revisão de um Plano Municipal de Ordenamento do Território
Conteúdos Programáticos
I. Conceito de Paisagem e Território na perspetiva da gestão territorial;
 
II. Política de Arquitetura e Paisagem: desafios e oportunidades para o ordenamento do território;
 
III. Metodologias de avaliação da paisagem;
 
IV. Integração de metodologias de avaliação da paisagem nos PMOT;
 
V. Exemplos de estratégias de paisagem a nível nacional e internacional.
Metodologia 
Será utilizada uma metodologia ativa fomentadora da participação dos formandos, com recurso ao método expositivo e interrogativo, à análise e discussão de casos concretos referentes ao contexto e à realidade profissional dos formandos.
Destinatários
Técnicos Municipais ou de outras Entidades Públicas e Promotores privados, em especial com intervenção em planeamento e ordenamento do território, na gestão de paisagens naturais ou culturais, rurais ou urbanas.
Formadores
Rosário Oliveira - arquiteta paisagista com um doutoramento europeu em Artes e Técnicas da Paisagem e mestrado em Turismo, Ambiente e Identidades Locais. Nos últimos 15 anos, tem conciliado a docência e a investigação em 6 universidades. Atualmente, é investigadora associada do Instituto de Ciências Sociais (ICS)/Universidade de Lisboa e consultora na Think Place - Cooperativa de Investigação-Ação para a Sustentabilidade.
A sua investigação está focada na relação entre território e paisagem, considerando que os conceitos, abordagens e métodos sobre a investigação da paisagem podem e devem ser integrados no ordenamento e gestão do território para uma qualificação mais eficiente e valorização dos seus recursos e dinâmicas, promovendo uma melhor qualidade de vida. Em 2002 co-coordenou o estudo para a Identificação e Caracterização da Paisagem em Portugal, publicado pela então DGOT-DU, em 2005. Desde 2009, tem contribuído para a implementação da Convenção Europeia da Paisagem em Portugal, através de vários projetos em diferentes escalas. Entre outras iniciativas, participou na comissão redatorial da Política Nacional de Arquitetura e Paisagem, aprovada em  2015. É representante da International Federation of Landscape Architects (IFLA) Europe no Grupo de trabalho sobre Paisagens Culturais na IFLA Internacional.
   
 
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